quarta-feira, 20 de abril de 2011

Estampada
decepção
em cacos
de espelho.

Imagem
fragmentada
num monólogo
de certezas.

O olhar
também engana
o que deseja
o coração?

Sob a falta da calma
um poço oculto
de incompreensões.

Um comentário:

Maria Clara de Claro Lira disse...

A gente precisa sempre assistir o que o espelho diz, interpretando da maneira mais racional o que o coração emociona!

Adorei o poema!

=*
bjinhos!