domingo, 31 de outubro de 2010


Nunca disseram adeus,
nem até mais,
nem qualquer outra coisa
que desse possibilidade de um fim
ou de um próximo encontro;
terminavam as conversas com beijos,
quando mais frios com abraços.
Talvez ele a ame.
Talvez ela quisesse saber disso.
Por causa da mudez das emoções que sentiam,
eles não sabiam que destino davam a si.
O bonito deles é a coisa mais simples em suas histórias:
de alguma forma silenciosa e cheia de esperança,
eles esperavam um pelo outro,
embora nenhum pedido tenha sido feito

(Cáh Morandi)

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